Antes de escolher um controle de ponto
Escolher controle de ponto é escolher que prova você vai ter quando alguém discordar do que está na folha. As perguntas abaixo são as que mudam essa resposta — com o que o baterponto faz, e também o que ele não faz.
O funcionário recebe comprovante da batida?
Sim. No baterponto o comprovante aparece na tela do próprio funcionário no mesmo segundo, com o NSR — o Número Sequencial de Registro, que identifica aquela marcação. É o que permite a ele provar que bateu, sem depender de pedir nada a ninguém.
Quem pode corrigir uma marcação errada?
No baterponto ninguém apaga uma batida. A correção existe como pedido do funcionário, que o gestor aprova ou recusa, e o histórico guarda o antes e o depois. Ao avaliar qualquer sistema, pergunte o que acontece com a marcação original depois da correção: se ela some, você perdeu a prova que o registro deveria criar.
E se o funcionário estiver sem internet na hora de bater?
A batida entra numa fila no aparelho com a hora real preservada e sincroniza quando a conexão volta. Isso importa para quem trabalha em obra, subsolo, galpão e área rural — onde a falha de sinal é rotina, não exceção.
Precisa comprar relógio de ponto?
Não. O funcionário bate pelo celular que já tem. Para quem não tem celular ou não quer usar o próprio, um tablet na entrada funciona como totem, no modo kiosk.
Como saber se quem bateu é a pessoa certa?
Quando a empresa liga a exigência, a batida pede uma selfie com prova de vida em dois passos, e a marcação guarda se a pessoa estava dentro da área do trabalho. As duas coisas são opcionais e ficam registradas com a batida.
Quem decide se a batida é entrada ou saída?
O servidor, pela sequência do dia — não a pessoa que está batendo. É uma diferença pequena na tela e grande na apuração: quando quem bate escolhe o tipo, o erro de clique vira hora extra ou falta no fim do mês.
O funcionário consegue ver as próprias horas?
Sim. Ele abre o espelho do mês no aparelho e vê horas trabalhadas, saldo do banco de horas, atraso e falta. Quando o funcionário acompanha o próprio saldo, a conversa no fechamento deixa de ser sobre o que aconteceu e passa a ser sobre o que fazer.
E quem trabalha em mais de uma unidade da mesma empresa?
A pessoa troca a unidade no topo da tela e bate no lugar certo, sem segundo cadastro e sem segunda conta.
O que o sistema NÃO faz?
Não existe integração pronta com folha de pagamento, não existe envio de eSocial e o app não manda notificação push. Dizemos isso na frente porque é o tipo de coisa que, descoberta no segundo mês, custa mais caro do que a mensalidade inteira.
Quanto custa?
R$ 4,90 por pessoa que bate ponto, por mês, e grátis até 2 pessoas. Sem faixa de preço, sem implantação e sem fidelidade.
Ficou alguma pergunta que não está aqui? mande no WhatsApp — respondemos inclusive o que o sistema não resolve.