Selfie que não aceita foto de foto.
Rosto no oval e, no modo ativo, um segundo quadro virando o rosto. Passo 2 de 2.
Abre o app, confirma o rosto e bate. O registro sai com NSR na tela, imutável, no mesmo segundo.
Bate sem internet. Sincroniza sozinho quando conectar.
O relógio é o seu. A selfie usa a câmera do seu aparelho e não sai daqui. O comprovante que imprime é o mesmo que o funcionário vê.
Não é uma foto que qualquer um repete: o app confere o rosto ao vivo e devolve o NSR na mesma tela — a prova sai com ela.
Cada batida gera um NSR — Número Sequencial de Registro — na hora, e ele aparece na tela do funcionário. O registro nasce imutável: nem o funcionário nem o gestor apagam.
“Entrada registrada às 09:24 · NSR 418.”
Uma frase, um número. É isso que resolve a discussão no fim do mês.
O app não decide nada sozinho. Ele manda a batida, e o sistema classifica se foi entrada, intervalo ou saída — pela jornada do funcionário.
O relógio já está rodando e o app mostra qual é a próxima batida: Entrada, Início do intervalo, Saída.
“Alinhe o rosto no oval.” Quando a empresa exige prova de vida, vem o desafio de dois passos — vire o rosto pro lado.
Sai o NSR na tela. Se o GPS estiver fora da área do trabalho, ou não houver internet, o app resolve — e avisa.
Escritório, obra, loja, clínica. Cada operação decide o que exigir — nada disso é obrigatório.
Rosto no oval e, no modo ativo, um segundo quadro virando o rosto. Passo 2 de 2.
A marcação guarda se o funcionário estava dentro da área. Fora dela, o gestor vê.
Elevador, subsolo, obra sem cobertura: a batida fica no aparelho com a hora real e sobe sozinha.
Saldo do banco, atrasos, faltas e extras do mês — sem precisar pedir pro RH.
Quando a operação precisa, cada marcação entra ligada a um centro de custo ou a uma obra.
Quem trabalha em mais de um lugar troca no topo da tela e bate no vínculo certo.
O mesmo app no café, na clínica, na obra e no escritório. Muda a jornada, não o sistema.
Comércio
Saúde
Obra
Escritório
Um tablet na entrada resolve. O funcionário chega, a tela reconhece o rosto e a batida sai — sem app pra instalar, sem login, sem tocar em nada.
A tela fica na entrada — e não mostra a vida de ninguém. Nome, foto, saldo do banco de horas e as batidas do dia não aparecem no kiosk. Isso é do funcionário, e fica no celular dele. A tela pública só confirma que a batida saiu.
O funcionário abre o espelho e vê o mês inteiro: o que trabalhou, o que era previsto, atraso, falta, extra e o saldo do banco de horas. Dia a dia, com as batidas de cada dia.
Achou que faltou uma batida? Ele abre Solicitar correção e o pedido cai pro gestor aprovar.
Batida errada não some. Ela vira um pedido de correção que o gestor analisa e aprova — e o histórico guarda o antes e o depois. É assim que o registro tem valor quando alguém precisa provar alguma coisa.
Bateu errado ou esqueceu uma batida? Não dá pra apagar pelo app — a lei não permite.
O ajuste passa pelo RH ou pelo gestor.
Sem faixa que te empurra pro plano de cima. Sem taxa de implantação. Sem fidelidade.
Até 2 pessoas batendo ponto. Para sempre, não é teste.
Preço único, do terceiro funcionário ao centésimo. Você paga por quem bate ponto — não por uma faixa que sobra.
Muita gente, muitas unidades, integração com a sua folha.
No modelo por faixa, entrar na décima primeira pessoa te joga no plano de 25 — e você paga por 14 que não existem. Aqui, 11 pessoas custam 11 pessoas.
Não tem relógio pra comprar, obra pra fazer nem taxa de setup. O celular que o funcionário já tem no bolso é o ponto.
Mês a mês, sem carência e sem multa de cancelamento. O produto tem que segurar você, não o contrato.
Não e não. Você paga R$ 4,90 por pessoa que bate ponto, mês a mês, e cancela quando quiser. Até 2 pessoas é grátis — e grátis de verdade, com todos os recursos, não um teste de 14 dias.
Bate no kiosk: um tablet na entrada, num endereço só da sua empresa, que fica ligado o dia inteiro. Ele chega, a tela reconhece o rosto e a batida sai — sem app, sem login. Quem não quiser usar o rosto digita um PIN. E a tela não mostra nome, foto nem saldo de ninguém: isso é do funcionário e fica no celular dele.
Não. O celular que o funcionário já tem é o ponto. Sem hardware, sem obra, sem manutenção — é por isso que o preço fecha em R$ 4,90.
Só se a empresa deixar. Com o geofence ligado, o app coleta a localização e a marcação registra se ele estava dentro da área. Fora da área, o gestor vê.
A batida fica salva no aparelho com o horário real em que aconteceu, e sobe sozinha quando o sinal voltar. O app avisa: “Sem internet — batida salva no aparelho. Sincroniza assim que conectar.”
Quando a empresa exige, a batida vem com selfie e prova de vida — o app pede pra alinhar o rosto no oval e, no modo ativo, virar o rosto pro lado. Se a operação não exigir, é só o toque no botão.
Não. Ele só bate. O sistema classifica pela jornada dele e pela última marcação — entrada, início do intervalo, volta do intervalo ou saída. Menos erro, menos discussão.
Troca no seletor no topo da tela e bate no lugar certo. Cada vínculo tem sua jornada e seu espelho.
Grátis até 2 pessoas. R$ 4,90 por pessoa depois disso. Conte como é a operação da sua empresa e a gente mostra o app rodando.
O app do funcionário: Android na Google Play · iPhone na App Store