Uma batida, um toque
O funcionário não escolhe se é entrada, intervalo ou saída. Ele só bate — o servidor classifica pela jornada dele e pela última marcação. Menos erro, menos discussão.
O funcionário abre o app, confirma o rosto e bate. O registro sai com NSR na tela dele, no mesmo segundo, e nasce imutável. Sem relógio na parede, sem cartão de papel, sem planilha no fim do mês.

O app não decide nada sozinho. Ele manda a batida, e o servidor classifica se foi entrada, intervalo ou saída — pela jornada do funcionário.
O funcionário não escolhe se é entrada, intervalo ou saída. Ele só bate — o servidor classifica pela jornada dele e pela última marcação. Menos erro, menos discussão.
Quando a empresa exige: rosto no oval e, no modo ativo, um segundo quadro virando o rosto. É prova de vida de dois passos, não uma foto que qualquer um repete.
Ligado, a marcação guarda se o funcionário estava dentro da área do trabalho no momento da batida. Fora da área, o gestor vê.
Quando a operação precisa, a batida entra amarrada a uma obra ou centro de custo.
Quem trabalha em duas empresas ou unidades troca no topo da tela e bate no lugar certo. Cada vínculo tem sua jornada e seu espelho.
App em Flutter, roda no celular que o funcionário já tem — inclusive em Android antigo.
Cada batida gera um NSR — Número Sequencial de Registro — na hora, e ele aparece na tela do funcionário. O registro nasce imutável: nem o funcionário nem o gestor apagam.

“Entrada registrada às 09:24 · NSR 418.” É isso que encerra a discussão no fim do mês — e serve para os dois lados, não só para a empresa.
Número Sequencial de Registro. Ele aparece pro funcionário no segundo da batida — a prova não fica trancada num sistema que só o RH abre.
A batida nasce imutável. Nem o funcionário nem o gestor apagam. Nem nós.
Cada batida gera o comprovante que a Portaria 671 manda entregar a quem bateu.
Ninguém “conserta” uma marcação. Abre-se um pedido, o gestor aprova, e o histórico guarda o antes e o depois.
Subsolo, elevador, obra sem cobertura. A batida acontece do mesmo jeito — com a hora real preservada — e sobe sozinha quando o sinal voltar.

Com o geofence ligado, a marcação guarda se o funcionário estava dentro da área do trabalho. Fora dela, o gestor vê.
O funcionário abre o espelho e vê o mês inteiro — sem pedir para o RH e sem esperar o fechamento.

Horas trabalhadas, previsto, atraso, falta, extra e saldo do banco. Dia a dia, com as batidas de cada dia.
Empresa de 5 a 100 funcionários com gente em turno: obra, loja, restaurante, clínica, portaria, limpeza, transporte, indústria pequena.
ComércioTurnos que abrem cedo e fecham tarde, com gente entrando e saindo o dia todo.
SaúdePlantão, escala e hora extra — tudo precisa fechar certo na folha.
ObraEquipe em campo, sem relógio na parede e, muitas vezes, sem sinal.
EscritórioJornada flexível e banco de horas que ninguém consegue auditar na planilha.Sem faixa que te empurra pro plano de cima. Sem taxa de implantação. Sem fidelidade.
Para sempre — não é teste de 14 dias. Todos os recursos, sem cartão de crédito.
Preço único, do terceiro funcionário ao centésimo. Você paga por quem bate ponto, não por uma faixa que sobra.
Preço por volume abaixo de R$ 4,90, várias unidades e centros de custo.
No modelo por faixa, a décima primeira pessoa te joga no plano de 25 — e você paga por 14 que não existem. Aqui, onze pessoas custam onze pessoas.
Não tem relógio pra comprar, obra pra fazer nem taxa de setup. O celular que o funcionário já tem no bolso é o ponto.
Mês a mês, sem carência e sem multa. O produto tem que segurar você — não o contrato.
Um livreto que só lista virtude não ajuda ninguém a decidir. Isto aqui é o que ele não resolve — para você não descobrir depois de assinar.
O registro só vale se ninguém puder mexer nele. É por isso que o produto se comporta assim.
NSR sequencial, registro imutável e comprovante entregue ao trabalhador. É o padrão de ponto por aplicativo, e o produto foi desenhado em cima dele.
A lei não deixa apagar nem editar. Só registrar um ajuste auditável — e é exatamente assim que o sistema se comporta, por design.
Selfie e localização são dado pessoal (e biométrico). Só entram quando a empresa exige, com finalidade declarada — nunca por padrão.
A prova de vida roda na captura, no próprio aparelho.
Nada aqui é opcional pago: a empresa liga o que a operação dela precisa.
App Android e iOS, no aparelho que ele já tem.
A prova na tela do funcionário, no ato.
Liveness de dois passos, quando a empresa exige.
Guarda se ele estava na área do trabalho.
Sem sinal, bate igual — e sobe sozinha depois.
Horas, saldo, atraso e falta na mão do funcionário.
Ninguém apaga; o gestor aprova e o histórico fica.
A batida amarrada à obra ou ao centro de custo.
Duas empresas, um app — cada uma com sua jornada.
Grátis até 2 pessoas. R$ 4,90 por pessoa depois disso. Conte como é a operação da sua empresa e a gente mostra o app rodando.
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