Livreto

O ponto bate no celular. A prova sai na hora.

O funcionário abre o app, confirma o rosto e bate. O registro sai com NSR na tela dele, no mesmo segundo, e nasce imutável. Sem relógio na parede, sem cartão de papel, sem planilha no fim do mês.

Falar no WhatsApp
Funcionário registra o ponto tocando a tela do celular.

Ninguém apaga uma batida. Nem a gente.

A batida

Três toques, uns oito segundos.

O app não decide nada sozinho. Ele manda a batida, e o servidor classifica se foi entrada, intervalo ou saída — pela jornada do funcionário.

Como funcionaDa tela ao comprovante, em uns oito segundos
  1. 1Abre o appO relógio já corre e o app mostra qual é a próxima batida.
  2. 2Confirma o rostoSó quando a empresa exige: rosto no oval e o desafio de virar.
  3. 3BateUm toque. O app não escolhe o tipo — quem classifica é o servidor.
  4. 4Sai o NSR“Entrada registrada às 09:24 · NSR 418.” Uma frase, um número.

Uma batida, um toque

O funcionário não escolhe se é entrada, intervalo ou saída. Ele só bate — o servidor classifica pela jornada dele e pela última marcação. Menos erro, menos discussão.

Selfie com prova de vida

Quando a empresa exige: rosto no oval e, no modo ativo, um segundo quadro virando o rosto. É prova de vida de dois passos, não uma foto que qualquer um repete.

Geofence

Ligado, a marcação guarda se o funcionário estava dentro da área do trabalho no momento da batida. Fora da área, o gestor vê.

Apontamento

Quando a operação precisa, a batida entra amarrada a uma obra ou centro de custo.

Mais de um vínculo

Quem trabalha em duas empresas ou unidades troca no topo da tela e bate no lugar certo. Cada vínculo tem sua jornada e seu espelho.

Android e iOS

App em Flutter, roda no celular que o funcionário já tem — inclusive em Android antigo.

A prova

Todo mundo sai com prova na mão.

Cada batida gera um NSR — Número Sequencial de Registro — na hora, e ele aparece na tela do funcionário. O registro nasce imutável: nem o funcionário nem o gestor apagam.

Rosto iluminado pela luz da tela durante a prova de vida.

Uma frase, um número.

“Entrada registrada às 09:24 · NSR 418.” É isso que encerra a discussão no fim do mês — e serve para os dois lados, não só para a empresa.

NSR na tela, no ato

Número Sequencial de Registro. Ele aparece pro funcionário no segundo da batida — a prova não fica trancada num sistema que só o RH abre.

Registro imutável

A batida nasce imutável. Nem o funcionário nem o gestor apagam. Nem nós.

Comprovante do trabalhador

Cada batida gera o comprovante que a Portaria 671 manda entregar a quem bateu.

Correção é pedido, não edição

Ninguém “conserta” uma marcação. Abre-se um pedido, o gestor aprova, e o histórico guarda o antes e o depois.

O mundo real

Sem sinal, sem desculpa.

Subsolo, elevador, obra sem cobertura. A batida acontece do mesmo jeito — com a hora real preservada — e sobe sozinha quando o sinal voltar.

Como funcionaSem sinal, a batida não se perde
  1. 1Bate sem redeSubsolo, elevador, obra sem cobertura. O app aceita a batida.
  2. 2Guarda a hora realA marcação fica no aparelho com a hora em que de fato aconteceu.
  3. 3Sobe sozinhaVoltou o sinal, sincroniza — sem o funcionário fazer nada.
Trabalhadora em campo, sob céu aberto, com o celular na mão.

Bate no trabalho, não do sofá.

Com o geofence ligado, a marcação guarda se o funcionário estava dentro da área do trabalho. Fora dela, o gestor vê.

O espelho

O fim do “me manda meu ponto?”

O funcionário abre o espelho e vê o mês inteiro — sem pedir para o RH e sem esperar o fechamento.

Funcionária confere as próprias horas no celular durante a pausa.

As horas dele, na mão dele.

Horas trabalhadas, previsto, atraso, falta, extra e saldo do banco. Dia a dia, com as batidas de cada dia.

O mês inteiro, na mão dele

Horas trabalhadas, previsto, atraso, falta, extra e o saldo do banco de horas — dia a dia, com as batidas de cada dia.

Acaba o “me manda meu ponto?”

O funcionário confere sozinho, sem pedir pro RH e sem esperar o fim do mês.

Pedido de correção pelo app

Achou que faltou uma batida, ele mesmo abre o pedido — que cai pro gestor.

Como funcionaA correção que a lei permite (e a que ela não permite)
  1. 1O funcionário pedeEsqueceu de bater? Ele abre um pedido de correção. Não apaga nada.
  2. 2O gestor decideO pedido cai pro gestor, que aprova ou recusa.
  3. 3Fica o históricoO antes e o depois ficam registrados. É isso que dá valor à prova.
Para quem é

Se tem gente batendo ponto, serve.

Empresa de 5 a 100 funcionários com gente em turno: obra, loja, restaurante, clínica, portaria, limpeza, transporte, indústria pequena.

ComércioComércioTurnos que abrem cedo e fecham tarde, com gente entrando e saindo o dia todo.
SaúdeSaúdePlantão, escala e hora extra — tudo precisa fechar certo na folha.
ObraObraEquipe em campo, sem relógio na parede e, muitas vezes, sem sinal.
EscritórioEscritórioJornada flexível e banco de horas que ninguém consegue auditar na planilha.

O que dói hoje.

Preço

R$ 4,90 por pessoa. Só isso.

Sem faixa que te empurra pro plano de cima. Sem taxa de implantação. Sem fidelidade.

Começar
Grátis
até 2 pessoas

Para sempre — não é teste de 14 dias. Todos os recursos, sem cartão de crédito.

Empresa
R$ 4,90
por pessoa/mês

Preço único, do terceiro funcionário ao centésimo. Você paga por quem bate ponto, não por uma faixa que sobra.

Escala
100+
sob proposta

Preço por volume abaixo de R$ 4,90, várias unidades e centros de custo.

Sem faixa

No modelo por faixa, a décima primeira pessoa te joga no plano de 25 — e você paga por 14 que não existem. Aqui, onze pessoas custam onze pessoas.

Sem implantação

Não tem relógio pra comprar, obra pra fazer nem taxa de setup. O celular que o funcionário já tem no bolso é o ponto.

Sem fidelidade

Mês a mês, sem carência e sem multa. O produto tem que segurar você — não o contrato.

Honestidade

O que o baterponto não faz.

Um livreto que só lista virtude não ajuda ninguém a decidir. Isto aqui é o que ele não resolve — para você não descobrir depois de assinar.

Não é folha de pagamento

Não calcula nem emite holerite, não gera guia. O baterponto é a coleta da hora — a folha é outra coisa.

Não faz eSocial

Não transmite S-1200 nem os S-2xxx. Se alguém te prometeu isso, não foi a gente.

Não substitui o REP-C

Onde a empresa optou pelo relógio físico homologado, ele continua. O baterponto é REP-P — ponto por aplicativo.

Não tem push hoje

O app não empurra notificação. Está aberto no roadmap, e roadmap não se vende como pronto.

Não é integração pronta com toda folha

“Integração com a sua folha” é conversa do plano Escala, com escopo — não é um botão que já existe.

Não faz facial 1:N

O app não descobre quem é a pessoa sem login. Ele confere 1:1 o rosto contra o cadastro de quem está logado.

A lei

Prova que segura numa audiência.

O registro só vale se ninguém puder mexer nele. É por isso que o produto se comporta assim.

Portaria 671/2021 — REP-P

NSR sequencial, registro imutável e comprovante entregue ao trabalhador. É o padrão de ponto por aplicativo, e o produto foi desenhado em cima dele.

O empregador não altera marcação

A lei não deixa apagar nem editar. Só registrar um ajuste auditável — e é exatamente assim que o sistema se comporta, por design.

LGPD: só coleta o que a empresa liga

Selfie e localização são dado pessoal (e biométrico). Só entram quando a empresa exige, com finalidade declarada — nunca por padrão.

A imagem não viaja à toa

A prova de vida roda na captura, no próprio aparelho.

Tudo o que ele faz.

Nada aqui é opcional pago: a empresa liga o que a operação dela precisa.

Batida no celular

App Android e iOS, no aparelho que ele já tem.

NSR imutável

A prova na tela do funcionário, no ato.

Selfie + prova de vida

Liveness de dois passos, quando a empresa exige.

Geofence

Guarda se ele estava na área do trabalho.

Fila offline

Sem sinal, bate igual — e sobe sozinha depois.

Espelho do mês

Horas, saldo, atraso e falta na mão do funcionário.

Pedido de correção

Ninguém apaga; o gestor aprova e o histórico fica.

Apontamento

A batida amarrada à obra ou ao centro de custo.

Multi-vínculo

Duas empresas, um app — cada uma com sua jornada.

Seu time bate o ponto amanhã de manhã.

Grátis até 2 pessoas. R$ 4,90 por pessoa depois disso. Conte como é a operação da sua empresa e a gente mostra o app rodando.

Falar no WhatsApp

Leve o livreto com você.

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